sábado, 23 de fevereiro de 2013

O CASO JEAN CARLOS E BRASIL TRATORES





Como uma rescisão de 11 meses e salário mensal de R$1.453, rende apenas R$523,00 em Carajás.








Operador de trator em empresa familiar e subcontratada em Serra Pelada, Carajás e Ourilandia, Jean Carlos dos Santos trabalhou por 11 meses, operando equipamento Trator de Esteira nesta empresa. Ao ser dispensado, pela redução dos serviços, qual não foi sua surpresa ao receber de rescisão, pelos 11 meses trabalhados, apenas o aviso prévio e um total de R$552,77, referente a verbas rescisórias? A empresa havia antecipado as férias, mas calculadas sobre apenas o período legal e sobre o valor de salário na carteira. 

Revoltado com o erro grassante de seu antigo empregador e das observações maldosas do seu contador, alegando “o que mais o empregado iria reivindicar, se estava recebendo todos seus direitos?” ironizando a CLT e acobertando sua falta de experiência na aplicação da lei, no momento da rescisão, Jean Carlos resolve procurar seus direitos. Mas não quer algo demorado como a Justiça do Trabalho, com seus diversos protocolos, quer algo rápido e legal. Então, é indicado ao nosso escritório de resolução de conflitos, o ESPAMA.  Procurar conciliar os diversos interesses e chegar a uma solução rápida. Senão vejamos:

Quando entrou para a empresa, Jean precisava cumprir as exigências da VALE, portanto não podia subir sem o crachá. Foi enviado, durante um mês para Serra Pelada, onde trabalhou sem a cobertura legal, o famoso “encostado”. Neste período trabalhou com produtos químicos, dirigiu equipamento de alto risco, enfim produziu, para seu patrão e seus contratantes, VALE E GEOSERV. Todas no mesmo ilícito. Atenção VALE, preste atenção nos subcontratados, quando assustar, estará respondendo por trabalho escravo.


Assim que teve sua CTPS assinada, verificou que este mês encostado não estava registrado, mas tudo bem.  Foi contratado pelo salário sindical (todos sabem que estes sindicatos são de fachada, porisso os salários estão tão defasados aqui na região). Entendendo ser muito baixo o salário sindical, a empresa propôs livremente, pagar um “por fora”, entregando um cheque mensal, bem acima do combinado em carteira.

Este patrão não entende o que é salário, segundo a CLT: todos os proventos pagos no mês. Assim, durante os 11 meses, recebeu um por fora, equivalente a um quatro do valor do seu salário mensal, fora as horas extras, estas nunca anotadas ou documentadas.

Jean Carlos, completamente revoltado com a baixíssima rescisão procura nosso escritório o ESPAMA – escritório paraense de mediação e arbitragem. Convém falar um pouco de nos, agora.  

Atuamos em todo tipo de negociação, somos uma empresa de negociação. As decisões tomadas aqui, tem força de lei. Somos ágeis, não tem fila e resolvemos, negociando, chamando a lei e sua aplicação imediata. Ao inimigo a lei – se a empresa não quiser entender seu erro, entramos na justiça, onde ele certamente ira pagar até dez vezes mais.

Analisamos o caso Jean Carlos, calculamos o real valor da rescisão e chamamos a empresa, que prontamente atendeu, colocando um excelente negociador para resolver o problema, O Sr. Roni.. Gastamos dois dias para se chegar a um acordo. Simplesmente Jean recebeu mais 3 vezes o que recebera inicialmente, pulou de R$553,00 para R$1.639,00 perfazendo um total de R$2.200,00. Ainda assim muito longe dos seus direitos. Ele abriu mão da hora intinere nunca paga e seus reflexos, e dos valores rescisórios do primeiro mês, “encostado”. A empresa não entendeu a vantagem que teve. O proprietário criou condições. Mas aceitamos, pela pressa do nosso cliente em ir trabalhar noutro estado, longe das condições e exigências absurdas daqui.

Ficaram de fora, as horas intinere, a cesta básica, o primeiro mês encostado e todos seus reflexos. Ainda abrimos mao do FGTS não recolhido. Por ai, percebem o quanto Jean Carlos perdeu, pela sua urgência em viajar para outro emprego. A empresa não cumpriu a lei e levou vantagem. Mas podemos recuperar para você que esta lendo ou para a empresa que não esta cumprindo a lei mas não sabe do seu erro.

Trabalhadores e Empresas – ao invés de ficarem tempos e tempos, esperando nossa lenta e cara Justiça Trabalhista, contrate nossos serviços. Buscamos soluções negociadas em curto espaço de tempo. Somos EXCLUSIVA. Somos ON DEMAND!

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

SEGURANÇA DE PESSOAS EM ÁREA DE RISCO ELEVADO – MINAS DE SELVA.



IMAGINE TRABALHAR NUM AMBIENTE QUENTE, COM CHUVAS RECORRENTES, MUITA POEIRA, TRANSITO DE MAQUINAS ENORMES, INSTABILIDADE EMOCIONAL DE COMPANHEIROS, CANSAÇO, EXPLOSÕES E MUDANÇA DE CENÁRIOS PELA MOVIMENTAÇÃO CONSTANTE DE MATERIAIS E TERRENOS. AINDA, UMA FLORESTA DENSA EM TORNO, COM ARVORES GIGANTESCAS, OCAS AS VEZES  E BICHOS SELVAGENS. EIS O CENÁRIO DA MINA DE FERRO DE CARAJÁS.

Os peões que morreram quando uma arvore milenar desabou sobre a van que os transportavam para a mina, não foram vitimados imediatamente pelo impacto que sofreram. Morreram aos poucos, por total omissão de socorro devido a falta de contingenciamento e planejamento de resgate em acidentes passivos – quando a natureza reage e agride o homem invasor.

Admiramos os esforços da VALE em preservar a vida de todos que trabalham em seus canteiros. Mesmo porque é totalmente inadmissível que pessoas morram indo ou voltando ou durante seu horário de trabalho. Somos terminantemente contra as tais horas intinere para sermos totalmente a favor dos esforços e ainda e mais esforços no sentido de salvar vidas. O desastre do ônibus foi um grave sinal de alerta: não se tem todos os meios para garantir a sociedade que seus entes estão protegidos. Quando a onça matou o garoto em pleno núcleo urbano foi a mesma situação. Todos tentaram compreender como aquilo acontecera. Acontece porque é acidente, porque tem  humanos onde não deveriam estar, porque nem todas as situações foram previstas e antecipadas, porque não se acreditou ou pensou que tal pudesse acontecer. E não tem jeito, o que não pode acontecer, acontece. É mil vezes melhor prevenir que remediar.  E não falamos de custos, mas de investimento: existe bem maior do que a vida humana?

Educação e treinamento são bordões musicais. Uma população analfabeta, com baixa estima, não agrega valor, não busca uma vida melhor. Pagar bons salários, oferecer condições decentes de vida a seus dependentes, respeitar o próximo, valorizar a pessoa humana e colocar sob treinamento profissional e de segurança é o mínimo pedido. 

RAC E CENARIO DE SEGURANÇA
Um tento e um alento a instituição das REC no contexto da VALE, principalmente na mina. O tempo investido dos postulantes, são na verdade, garantia de vida. Mais ainda, garantia de retorno social à retirada do minério e da floresta. Podemos perder menos  homens, menos vidas, já que não podemos controlar 100% do ambiente selvagem e das ações caóticas dos homens.

Em diversas situações, nos últimos vinte anos, temos deparado com perdas de vidas na mina. Podemos citar dezenas, talvez centenas de casos em que jovens, homens, pais de família, filhos  perderam a vida trabalhando. Quedas de postes, choques elétricos, esmagamento de veículos, explosões de motores, soterramentos, batidas de veículos, até mesmo desentendimentos que viraram fatalidades.  
A medida que melhora a atenção de segurança e sua conscientização a quem esta chegando, melhora-se os índices de sobrevivência dos mesmos.
Como, num ambiente tão propicio a acidentes, a rede hospitalar no em torno, não estar preparada para prestar socorro as possíveis vitimas – inclusive aquelas vitimas que precisarem de hemodiálise ou de transfusão de sangue?  Por incrível que possa parecer, no entorno das minas da VALE no sul/sudeste do Pará, nenhum hospital particular tem maquinas de hemodiálise. Apenas quatro hospitais públicos que estão fora. Por ordem do SUS, recebem apenas pacientes que entram numa espécie de fila de morte: precisam esperar uma vaga, a saída de quem chegou primeiro. Já perdemos muitas vidas preciosas assim, de amigos, entes queridos que não tinham o tempo de espera e morreram. Não se fala apenas de segurança ou prevenção. Quando acontecido a fatalidade, temos que falar em condições de socorro, de sobrevivência e ai falhamos. Assim como falhamos no acidente do ônibus na queda da árvore.

Todo o treinamento tem como objetivo a educação e reeducação. Um alerta e um novo conhecimento para a sobrevivência. As condições técnicas, operacionais e humanas para que estes objetivos sejam alcançados e mantidos.

CUSTOS DE MOBILIZAÇÃO, CUSTOS DE SEGURANÇA 
Os custos de mobilização, acrescido do fator tempo, é a raiz de todos os males que uma empreiteira vai passar aqui. Ganha-se a licitação. A composição dos preços tem que levar em conta a logística necessária. Se esta no sul, faça com valores do norte. Contrate nossos serviços para orientar na formação da sua estratégia de segurança.  Existe um padrão composto por crenças da VALE e que deve ser seguido. Mas nada impede que sua empresa tenhas suas crenças e possa melhorar. Não adianta ganhar com o menor preço e não entregar ou perder dinheiro no processo. O tempo da mobilização até a ordem de serviços é, em media, de noventa dias. Conhecemos caso de empresas que perderam cento e vinte, cento e oitenta dias até. Não se pode subestimar as condições locais. Falta de tudo: os alugueis são altíssimos, o transporte caótico e absurdo, as regras de acesso a mina são duras, os exames pré-admissionais são múltiplos e repetitivos. A documentação da empresa, nos relatórios de segurança PPRA, PCMAT, PCMSO e demais, é exigência zero. Os custos de treinamento das RACs, as horas intinere, a fabricação dos uniformes, a adaptação dos veículos, os custos de montar escritório, contratar pessoas de confiança, analisar currículos, aplicar testes operacionais, monitorar documentação, contratar a supervisão técnica necessária, estabelecer os vínculos profissionais e sociais são consideráveis.  Na verdade todos estes procedimentos e seu cronograma,  são pilares da segurança dentro da mina. Precisamos entender de uma vez por todas que os passos de relacionamento com a VALE são de segurança.

Outro quesito imprescindível na relação de seguranças em minas da  VALE, especialmente no sul/sudeste do Para, são pessoas, 

GENTE NO CENTRO DO PROCESSO
O que temos observado é um erro recorrente de gestão, quando da escolha do pessoal que vai liderar a implantação da empresa na região. Já deparamos com gerentes que apostavam que iriam mudar a cidade com sua forma de administrar um contrato. Sua empresa, uma grande construtora de Belo Horizonte, saiu daqui em litígio com a  VALE e com sérios problemas de imagem com a população em geral. As empresas precisam compreender que treinamento de segurança não é  só papel. É troca de conhecimento vital para a sobrevivência das pessoas.

CUSTOS. CUSTOS, CUSTOS
Quando falamos em custos, estamos conscientes que décadas de correção monetária e os famigerados indexadores, nos desnorteou quanto a raiz dos custos de operação e os custeios. É preciso aplicar aos contratos VALE em Carajás e Região, os princípios econômicos e contábeis de CUSTOS operacionais correntes, pré-operacionais, imobilizações patrimoniais, aplicação de recursos e resultado por centro de custo. É preciso operar com grande capacidade bancaria, preferivelmente com linhas de baixo custo e longo prazo e ter o conselho de administração informado sobre as operações. Nestes vinte anos acompanhamos as perdas financeiras  e sociais que centenas de grandes empresas tiveram nesta cidade. Empresas bem administradas e sucesso na Bovespa, mas que perderam rios de dinheiro e prestigio ao investir na prestação de serviços nas minas de Carajás e região. Fomos consultores no caso BIOAGRO, terceirizada da gigante OAS. Ambas amargaram prejuízos localmente, em operações de supressão  vegetal no projeto Salobo. Faltou gestão, a ponto da OAS adiantar recursos sobre serviços que nunca seriam realizados, por total incapacidade gerencial e operativa da BIOAGRO. Para ilustrar, a OAS solicitou a mobilização de 200 equipamentos de terraplenagem e a contratação de outra centena de operadores que nunca saiu do papel.  Montada a estrutura, a contratada ficou esperando  pela ordem de serviço por noventa dias. Nunca veio, e a BIOAGRO perdeu todo o recurso mobilizado. Responde até hoje a centenas de ações trabalhistas do período, ainda de 2008/2009. Pagou caro, com este episodio contribuindo enormente para sua concordata e conseqüente liquidação de ativos.

CONTRATO DE SERVIÇOS VALE
É difícil entender uma empresa do porte da VALE e com o tremendo papel social obrigado, ter um contrato de serviços tão ruim e particular. Quem le, não assina. As empreiteiras que se propõem vir ao Pará, precisam entender melhor este contrato, não para contradizer a VALE, senão não ganharão as obras, mas para se prevenir, contabilizar os provisionamentos e preparar para as contra-ordens de parada, afiar a capacidade de negociação e estarem prontas para saírem o quanto antes do prejuízo final. Não se contesta a VALE, rompe-se. Negociadores de alto nível têm que ficar mobilizados para não deixarem passar do ponto de ruptura. Conhecemos casos de perdas de  10, 23, 70 milhões, por hesitar em se rescindir  contratos. É dinheiro sem retorno. Some-se a estas perdas o tempo e a possibilidade de desenvolvimento em outras frentes, neste momento que o país é um canteiro de obras e as oportunidades não faltam. Acreditamos que a solução para destravar este quesito seria a formação da ASSOCIAÇÃO DOS FORNECEDORES DA VALE, entidade de negociação e representativa de todas as empreiteiras. As negociações seriam conduzidas por este grupo, em todos os níveis. Seria como um sindicato, inclusive apontado para políticas sociais compartilhadas. Hoje temos a pressão dos trabalhadores, sem sindicatos, por melhores condições de trabalho. São novos custos que a empreiteiras assumirão sozinhas, haja visto a indisponibilidade da VALE em revisar contratos.

PRODUTIVIDADE
O maior agravante para a prestação de serviços na região norte é a produtividade local. Uma mão de obra acomodada, amplamente respaldada pelos escritórios trabalhistas, que transformam dias em meses, meses em anos e anos de serviço. A pratica da mina é fazer menos com mais. E não há mao de obra disponível, é preciso considerar, cada vez mais, trazer seus profissionais de sua sede. Apesar dos salários serem comprimidos na região, a baixa produtividade deixa as empresas em situação difícil para entregar seus contratos. É preciso considerar esta produtividade nas cotações e orçamentos apresentados a VALE. A própria rotatividade da mao de obra local gera custos que precisam ser provisionados. 

VICIOS 
Outro problema que afeta as empresas é a forma como se da as contratações. Pelas indicações pessoais, nunca se contrata os melhores e nem da tempo para as testagens e entrevistas. O próprio SINE local tem seu esquema de contratação, que até esta data é dominado por políticos locais. Mas, não há problemas com sindicatos. Eles são patronais, fazem acordos e não agitam as massas.

MOVIMENTAÇÃO SOCIAL
Neste momento estamos assistindo uma secção das massas em relação aos seus sindicatos. Os trabalhadores estão sistematicamente parando  a portaria da VALE em Parauapebas, reivindicando aumentos salariais e vantagens. Nos últimos meses, toda segunda feira tem greve na portaria. Cada semana uma empreiteira se quiser continuar seus contratos, tem que renegociar caso a caso, o acordo coletivo fechado anualmente com os sindicatos. Novos custos que não poderão repassar a VALE.




TERCEIRIZAR A GESTAO DA MOBILIZAÇÃO
Uma solução para melhor gerenciar seus custos locais, é terceirizar sua mobilização, ou contratar uma supervisão e orientação locais a esta mobilização. Temos toda a experiência da EXCLUSIVA CONSULTORIA, com mais de  20 anos atuando no mercado local. Fomos por dezesseis anos, consultoria exclusiva da  INTEGRAL CONSTRUÇÕES E COMERCIO, a única empresa local que se certificou com a ISO e sobreviveu até os dias atuais. Todas as outras ficaram pelo caminho e de cada cinco empreiteiras, quatro perderam dinheiro aqui. Venha para Carajás, venham para o sul do Pará, onde estão as oportunidades. Mas não subestimem as condições especificas locais. Contrate nossos serviços.


terça-feira, 23 de outubro de 2012

OPORTUNIDADE DE MUDANÇA

Poderá finalmente, Parauapebas se transformar numa cidade?


Estas são idéias e projetos da
EXCLUSIVA POLIS CONSULTORIA DE CIDADES.
Desde os tempos de Chico das Cortinas, ou da gestão técnica de Chico Brito, nosso aglomerado urbano  tem uma real oportunidade de se transformar numa cidade para todos. Há anos, quando ainda acreditávamos que o PT poderia transformar este sonho em realidade, oferecemos ao mandatário de então, os mesmos conselhos, referencias técnicas e pontos de vista. Acessar: blogdoprefeitopbs.blogspot.com, publicarevista.blogspot.com. Mais uma vez vamos tentar ser ouvidos, mesmo porque, durante a campanha, reunimos com staf de alguns candidatos e até elaboramos um pré-projeto de governo, com todas as transformações e rupturas que a administração de Parauapebas precisa passar. A idéia de um conselho de administração, logo abaixo do prefeito foi colocada neste período. As secretarias passam a ter função administrativa e portanto passiveis de avaliação técnica pela execução de funções, tarefas e serviços. Um amplo planejamento semestral, contemplando os quatro anos de governo faz-se mister e urgente. Nossa preocupação é que, a despeito das férias de Darci Lermen quando ganhou as eleições em 2000, são as mesmas festanças e comemorações de Valmir da Integral. Este prefeito não tem o direito de cometer as mesmas falhas do seu antecessor, porque é empresário e conhece muito bem o FATOR TEMPO. Quatro anos são quatro dias. Já deveríamos ter ação administrativa deste novo prefeito. Precisamos alterar a legislação municipal para permitir que suas determinações não esbarrem na lei. Parauapebas não tem tempo. As dotações orçamentárias estão votadas, e precisa desta câmara para sua alteração em tempo exíguo. Avisamos noutra postagem que esta administração pode achar uma prefeitura fechada, com computadores sem os HDs, as informações escondidas e se, não tiver inteligência de manter e estimular o pessoal atual, ficará parado por um bom tempo, o suficiente para não conseguir cumprir seu intento de administrar com competência.

Valmir da Integral finalmente se depara com o objetivo da sua vida. Administrar com competência  um orçamento de quase um bilhão de reais. Uma cidade que cresce históricos 20% ao ano, na verdade incha vinte por cento ao ano. Todas as mazelas do crescimento desordenado, gerenciado por políticos egoístas e vaidosos são tela neste aglomerado. Poderíamos  citar milhares de problemas, mas alguns, que já datam de 20 anos precisam ser enfrentados no começo deste governo e resolvido.
O mais urgente é a entrega do planejamento plurianual, com prazo para março vindouro. Haverá tempo?


CONSELHO DE ADMINISTAÇÃO
Objetivando a governança transparente e a real executabilidade orçamentária, sem as atrapalhadas da politicagem, um órgão na instancia máxima, reportando diretamente ao prefeito nos moldes das grandes empresas e bancos deve e precisa ser criado. Seus membros, homens de negócios e empresários nacionais (Jorge Gerdau, Martins, Aécio Neves, Vicente Falconi, Cabral), serão convidados a planejar e executar o desenvolvimento da cidade. Reunirão mensalmente e serão remunerados. Sua orientação e trabalho serão repassados ao prefeito que convoca os secretários para a execução coordenada das decisões. Estes secretários, na sua maioria indicados politicamente, passam a ser executores de serviços, respondendo pelos mesmos. Serão passiveis de avaliação, que permitirá ou não sua permanência, para o bem da comunidade em geral. O prefeito será avaliado, sobre este planejamento, semestralmente pela Camara de Vereadores.  O orçamento de Parauapebas mais a liberação de recursos legais, farão aportar aqui bilhões de reais. Não podemos e não sabemos administrar este montante de recursos. Estes conselheiros podem ser locais, mas precisamos dos grandes nomes nacionais que darão credibilidade as intenções técnicas deste governo, como feito em Pernambuco e Minas Gerais.


SANEAMENTO BÁSICO
Propomos a venda da concessão do serviço de água e esgoto a empresa nacional ou estrangeira com comprovada competência no ramo. Uma licitação nacional resolve o problema, dentro de um planejamento anual. Mas primeiro, a questão da água tem que deixar de existir, imediatamente. Tem um sistema de água pronto para inaugurar feito em cima do sistema de Chico das Cortinas. Ativar este sistema é urgente. Onde ele não alcançar, vamos instalar mini sistemas de captação ao lodo do curso do rio Parauapebas, como na Palmares I ou poços artesianos locais, interdependentes e assim prover água a população. Depois licita-se todo o sistema, para os próximos 30 anos.
O esgoto publico precisa ser estruturado com competência. Com o inchaço irresponsável de Parauapebas, com a Nova Carajás, os loteamentos da Buriti, loteamento Amazônia e tantos outros, feitos com total falta de compromisso social e ambiental, ficou muito mais difícil e caro um sistema publico bancado apenas pela prefeitura municipal. Estas empresas tem que parar novos lançamentos e serem chamadas para um consorcio com a prefeitura e outra empresa especializada na área para resolver de vez o sistema de esgoto da cidade. Não se concebe crescimento sem saneamento. Afinal somos a porta de entrada da maior mina de ferro do mundo, com a marca da VALE. Precisamos de um novo olhar para esta questão e podemos resolver em quatro anos.
Hidrometragem do sistema. Não se concebe modernamente, dar água e esgoto de graça para a população. Infelizmente o povo inculto não da valor ao que não se paga. Hidrometrar todo o sistema é  garantir seu desenvolvimento e perenidade. O pagamento da água e esgoto da população garante a responsabilidade da população no consumo e manutenção do mesmo.


SAÚDE
Novo sistema de atendimento precisa ser pensado e aplicado em cento e oitenta dias. A rede particular, inclusive as empresas especializadas em saúde ocupacional devem ser chamadas a partilhar seus recursos e competências. Um conselho administrador da saúde municipal deve ser convocado com os melhores. Acredito até a administração publica devera ser compartilhada com os administradores privados, em atendimento e resultado financeiro. Temos recursos e condições de resolver , se forem aplicadas as energias necessárias ao enfrentamento deste problema que aflige tantas pessoas e matam outras tantas.
Repensar a construção do hospital municipal, já devassado por oito anos de espera e seguramente mais outro tanto para aparelhagem e treinamento de pessoal. Insistimos num consorcio intermunicipal de saúde, em parceria com Canaã, Curionopolis e Eldorado. Precisamos criar referencia na saúde, pensando um novo hospital que sirva a estas três cidades, num enfrentamento real do problema da saúde no contexto nacional e local. Comprar medicamentos das farmácias locais, licitando em bloco ou consórcios os preços, para controle.

EDUCAÇÃO
E.M.M.F C. Henrique teve o pior desempenho no ENEM
em todo o Brasil.
Acabar com o famigerado turno intermediário. Tirar as crianças da rua e mante-las em sala de aula, com recursos locais e federais já a disposição das prefeituras é prioridade zero desta administração. A questão das escolas estaduais, sugerimos convenio com a prefeitura para bancar os professores, merenda e recursos. As escolas ou repartições novas, deverão ser alugadas ou contratadas de campanha. Tecnologia construtiva de urgência existem e não é problema com um expressivo faturamento como  o de Parauapebas. Novo planejamento para formação e especialização de professores, com patamares salariais de cada categoria, iguais aos de mercado, devem ser prioridades. Anualmente a prefeitura ira reconhecer publicamente a avaliação do ensino praticado no município e premiará seus melhores executores e alunos.


TRANSPORTE
Construção do  anel viário de Parauapebas, três pista margeando o rio, da entrada da VS10 até Palmares II. O fluxo popular pode e deve ser descarregado nesta via, que ficara pronta em  3 – 5  anos. Retirar todos os cruzamentos das grandes vias, substituindo-os por tesouras e trincheiras. Planejar com VALE o trajeto da via férrea municipal. Explodir o viaduto da via de acesso a Canaã. Planejar sistema de bicicletaria municipal com GPS e tarifa popular.  Viabilizar a automação da identificação da frota. Licitar o transporte publico municipal. Escalonar o horário de inicio de funcionamento das aulas, do comercio e da industria local. Estimular as ciclovias. Retirar todo o transporte de grande porte para Carajás da PA 150,  construído um entreposto de cargas fora da faixa urbana de Parauapebas. Redirecionar o fluxo de Carajás e Salobro para fora do centro.

MORADIA
Sair completamente do problema habitacional da cidade. Não é atribuição da prefeitura, apenas a sua monitoração. Não tolerar invasões, usando puramente a lei. Estabelecer novos limites legais para loteamentos, dividindo com estes proprietários o saneamento publico, a água,e preservar sobretudo o meio ambiente. Não tolerar falhas, dificultando ao máximo novas expansões. Verticalizar a cidade. A verticalização economiza recursos de transporte, saneamento, protege o meio ambiente e melhora a qualidade de vida. Estimular a solução popular de moradia, apoiando as iniciativas dos grupos organizados, dando logística, representação e aval junto aos agentes financeiros estabelecidos.

DESENVOLVIMENTO
Nunca foi dada a devida atenção a este item. No governo anterior apresentamos a mesma proposta de agora. Uma pasta de Desenvolvimento, Mineração e Trabalho. Será uma secretaria altamente técnica e focada nestes quesitos. Novas oportunidades para Parauapebas, como uma siderúrgica, alternativas de produção com o a indústria de moveis (Pólo Moveleiro) de pedras ornamentais, de turismo de aventura e hotéis especializados. Todas as demandas da VALE seriam tratadas por este setor. E de outras mineradoras. Apoio explicito aos empreiteiros da VALE, criando um núcleo de apoio com escritórios, telecomunicações e pessoal. Os sindicatos e entidades de classe teriam respaldo da prefeitura na sua organização social e infraestrutura. Uma visão inédita da problemática recorrente de nossa cidade, que poderiam virar exemplo para o pais.


FINANCEIRO
A prefeitura, em conjunto com demais forças sociais, determinar a solução da representação bancaria. Precisamos de mais bancos ou de agencias maiores. Um enfrentamento ao problema, apartir do prefeito e da câmara, será determinante. Precisamos ainda, colocar Parauapebas como centro financeiro para as atividades da VALE localmente. Pensar num núcleo de ações  ou qualquer força a atividades financeiras localmente deve ser pensado e estimulado pelas novas forças de poder na localidade.


TELECOMUNICAÇÕES
Solução de internet rápida é pauta do governo local. Toda a fibra ótica para ligar o velox esta colocada, a OI precisa de apenas 10 dias  de trabalho técnico para seu funcionamento. Estimular a concorrência de grande porte, exigir das empresas de comunicação uma atuação mais consistente, é possível se houver articulação partidária e empresarial com os órgãos de regulação.


ELETRICIDADE
Os apagões tem que terminar. Gargalos técnicos tem que ser superados. Sugerimos a formação de uma matriz alternativa a iluminação publica e privada – a energia solar, com seu retorno ao sistema elétrico convencional. Toda edificação publica terá parte de sua energia alternativa e as edificações particulares, apartir de 600 m2 terão seu sistema de energia solar e coleta de água de chuva, estipulados. Todos os prédios públicos terão 70% da matriz energética alternativa, vento ou sol. A água da chuva será coletada em edificações para economia da água tratada, via lei municipal. Poços artesianos serão usados para aspergir sobre as plantas de ruas, praças e jardins.
Somos EXCLUSIVA CONSULTORIA, somos on demand.


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