terça-feira, 27 de agosto de 2013

A INDÚSTRIA DA INVASÃO (URBANA) IMOBILIÁRIA ATACA NOVAMENTE




Atenção ao ler. Este texto foi escrito quando da invasão dos lotes da Associação Pró-Moradia Popular de Parauapebas, em plena campanha eleitoral. Portanto, ainda em meados de 2012. Como verão, propriedade privada de uma associação de trabalhadores que optaram por não invadir, mas comprar e construir. ACREDITEM, parte dos vereadores estão negociando com os invasores, apesar de saberem que o terreno tem dono. Há autoridades e mesmo vereadores, negociando com o invasor, enquanto a entidade proprietária do terreno nem é lembrada. Uma cidade com autoridades corruptas.  E mesmo em áreas de interesse social, como a horta do Jardim Ipiranga, áreas ambientais, especialmente áreas em que os donos não têm histórico de reação violenta, estes grupos insistem em invadir e até reivindicar direitos. Isto tem que mudar, a cidade precisa assumir sua postura de neutralidade e desenvolvimento.
Sempre capitaneada por “gente grande”, desta vez ouvimos vozes da sala do prefeito municipal, Darci Lermen, seu dileto candidato pessoal - Coutinho, secretario municipal de obras - inclusive com imagens de entrega de materiais por veículos da SEMOB e “segurança” de impunidade para os bandidos invasores.



Todos que estão ali sabem que não são terras publicas, é propriedade de trabalhadores que pagaram por aquele terreno e que, apesar do custo de construção ser quase inexistente, ninguém da prefeitura quis ajudar. Até seu secretario de habitação virar as costas e se agarrar ao minha casa, minha vida. Oferecemos um projeto de construção popular radical, prédio de quatro andares e dezesseis apartamentos, entregues apenas com divisórias de apartamentos e áreas molhadas, ao custo de quarenta três mil, centro e vinte e cinco reais e nunca fomos ouvidos.


Voltando a indústria das invasões, mantidas por todo o período do Faisal, da Bel e do próprio governo Darci – como estávamos enganados, motivados pela impunidade, escolheu-se, desta vez gente pobre e trabalhadora. Por critérios meramente políticos e eleitorais, os terrenos da APP e seus associados, num modelo que era para o estado copiar e replicar, foram os escolhidos para serem invadidos e colocados ali vitimas, que se tornariam também, algozes e bandidos, portanto passiveis de punição.  Sabemos que houve uma formação de quadrilha para a invasão daquela propriedade de outros trabalhadores, devidamente documentada. A decisão partiu de cúpula, sob ar condicionado e prédios públicos, sendo a ordem transmitida com garantias do mandatário municipal. Secretários e vereadores deram garantias aos invasores que sairiam impunes e que invadisse. Instalou-se imediatamente a Imobiliária Palmares, sob a liderança do MST local, Jorge Neri à frente. Jorge Neri, proprietário da gráfica de onde partiram os panfletos denunciando a policia do Jatene (que povinho miserável), pensem bem em quem vão votar nas próximas eleições. Assim, miseráveis e nem tantos, se uniram ao ato covarde de invadir terra dos outros. De outros pobres, sem defesa.



Coube ao prefeito Darci e seus auxiliares, liderados por seu candidato, dar as garantias sob as terras alheias. Atenção: não invadiram os milhares de lotes da  BURITI,  do LOTEAMENTE Carajás ou de outros grandes proprietários financiadores. Sabiam que levariam bala. Invadiram terras que eles mesmos negavam a possibilidade de construção e sobrevivência, agora podia.



Temos amigos e pessoas boas que pagaram cem, duzentos reais aos ladrões de plantão. Não se constrói uma cidade séria ou se resolve seus problemas assim.



Mesmo com os eternos problemas da cidade maior exportadora dos pais que não tem sequer uma máquina de hemodiálise, uma UTI neonatal, um hospital, qualquer hospital de verdade, mas tem um palácio para seus governantes e tal qual na idade média, esgoto a céu aberto, uma vila construída a espera das eleições para serem entregues,  crianças sendo seqüestradas e executadas, acidentes de veículos num transito insano  e irresponsável, falta gritante de planejamento. Um sistema de transporte discriminatório e caduco, absurdamente caro e tantas mazelas que juntas descontado os feitos, entregam um passivo cruel de inoperância, irresponsabilidade e absoluta incompetência gerencial.



Tudo sob o olhar plácido e desinteressado da então maior mineradora e predadora do planeta. Que mundo temos pessoal: ordens de jogar trabalhadores contra trabalhadores partindo de gabinetes resplandecentes, governadores de uma cidade  propondo guerra e mortes. Obras feitas às pressas e demonstrando claramente a incompetência deste gestor e a plácida oposição – Bel, Raimundo Cabeludo todos com a mamadeira ainda quente nas mãos, beneficiários desta tormenta chamada gestão do PT que, tal praga exposta, assola nossa cidade há oito anos, seguidos aos oito anos de gestão do grupo da Bel. Esta turma viverão o resto de suas vidas se beneficiando do nosso silencio – pelos cálculos da consultoria, levaram dos cofres públicos mais de um bilhão de reais nestes dezesseis anos – 500 milhões de dólares que não fizeram falta, acreditem. Ninguém cobrou nada, até agora. Mas as contas virão, é esperar.



Queremos nossos lotes de volta. Queremos o invasor fora de nossas terras.

Os então vereadores, que apoiam invasões, ocupações ilegais, devem examinar a consciência e assumirem que foram eleitos para legislar, não desonrar a lei. Não se colocarem a nível de ladrões de direitos e terras.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

O CASO JEAN CARLOS E BRASIL TRATORES





Como uma rescisão de 11 meses e salário mensal de R$1.453, rende apenas R$523,00 em Carajás.








Operador de trator em empresa familiar e subcontratada em Serra Pelada, Carajás e Ourilandia, Jean Carlos dos Santos trabalhou por 11 meses, operando equipamento Trator de Esteira nesta empresa. Ao ser dispensado, pela redução dos serviços, qual não foi sua surpresa ao receber de rescisão, pelos 11 meses trabalhados, apenas o aviso prévio e um total de R$552,77, referente a verbas rescisórias? A empresa havia antecipado as férias, mas calculadas sobre apenas o período legal e sobre o valor de salário na carteira. 

Revoltado com o erro grassante de seu antigo empregador e das observações maldosas do seu contador, alegando “o que mais o empregado iria reivindicar, se estava recebendo todos seus direitos?” ironizando a CLT e acobertando sua falta de experiência na aplicação da lei, no momento da rescisão, Jean Carlos resolve procurar seus direitos. Mas não quer algo demorado como a Justiça do Trabalho, com seus diversos protocolos, quer algo rápido e legal. Então, é indicado ao nosso escritório de resolução de conflitos, o ESPAMA.  Procurar conciliar os diversos interesses e chegar a uma solução rápida. Senão vejamos:

Quando entrou para a empresa, Jean precisava cumprir as exigências da VALE, portanto não podia subir sem o crachá. Foi enviado, durante um mês para Serra Pelada, onde trabalhou sem a cobertura legal, o famoso “encostado”. Neste período trabalhou com produtos químicos, dirigiu equipamento de alto risco, enfim produziu, para seu patrão e seus contratantes, VALE E GEOSERV. Todas no mesmo ilícito. Atenção VALE, preste atenção nos subcontratados, quando assustar, estará respondendo por trabalho escravo.


Assim que teve sua CTPS assinada, verificou que este mês encostado não estava registrado, mas tudo bem.  Foi contratado pelo salário sindical (todos sabem que estes sindicatos são de fachada, porisso os salários estão tão defasados aqui na região). Entendendo ser muito baixo o salário sindical, a empresa propôs livremente, pagar um “por fora”, entregando um cheque mensal, bem acima do combinado em carteira.

Este patrão não entende o que é salário, segundo a CLT: todos os proventos pagos no mês. Assim, durante os 11 meses, recebeu um por fora, equivalente a um quatro do valor do seu salário mensal, fora as horas extras, estas nunca anotadas ou documentadas.

Jean Carlos, completamente revoltado com a baixíssima rescisão procura nosso escritório o ESPAMA – escritório paraense de mediação e arbitragem. Convém falar um pouco de nos, agora.  

Atuamos em todo tipo de negociação, somos uma empresa de negociação. As decisões tomadas aqui, tem força de lei. Somos ágeis, não tem fila e resolvemos, negociando, chamando a lei e sua aplicação imediata. Ao inimigo a lei – se a empresa não quiser entender seu erro, entramos na justiça, onde ele certamente ira pagar até dez vezes mais.

Analisamos o caso Jean Carlos, calculamos o real valor da rescisão e chamamos a empresa, que prontamente atendeu, colocando um excelente negociador para resolver o problema, O Sr. Roni.. Gastamos dois dias para se chegar a um acordo. Simplesmente Jean recebeu mais 3 vezes o que recebera inicialmente, pulou de R$553,00 para R$1.639,00 perfazendo um total de R$2.200,00. Ainda assim muito longe dos seus direitos. Ele abriu mão da hora intinere nunca paga e seus reflexos, e dos valores rescisórios do primeiro mês, “encostado”. A empresa não entendeu a vantagem que teve. O proprietário criou condições. Mas aceitamos, pela pressa do nosso cliente em ir trabalhar noutro estado, longe das condições e exigências absurdas daqui.

Ficaram de fora, as horas intinere, a cesta básica, o primeiro mês encostado e todos seus reflexos. Ainda abrimos mao do FGTS não recolhido. Por ai, percebem o quanto Jean Carlos perdeu, pela sua urgência em viajar para outro emprego. A empresa não cumpriu a lei e levou vantagem. Mas podemos recuperar para você que esta lendo ou para a empresa que não esta cumprindo a lei mas não sabe do seu erro.

Trabalhadores e Empresas – ao invés de ficarem tempos e tempos, esperando nossa lenta e cara Justiça Trabalhista, contrate nossos serviços. Buscamos soluções negociadas em curto espaço de tempo. Somos EXCLUSIVA. Somos ON DEMAND!